Mais degradação na assistência na doença, 3-7-2017

Julguei que o incumprimento da Lei da Condição Militar tinha terminado com a substituição da equipa Aguar Branco – Berta Cardoso – Passos Coelho – Portas -M. Luís Albuquerque.

Que, por conseguinte, o IASFA, que “batera no fundo” com essa equipa, recuperaria o que perdera na sua função de apoio à família militar, em especial aos que já estão em fim de vida.

E, note-se que, além do contributo que dou para o Serviço Nacional de Saúde através dos impostos que pagamos (IRS, IVA, IMI, etc.), desconto 3,5% da minha pensão bruta (5,6% da líquida) para a ADM (Assistência na Doença) dependente do IASFA, obrigatoriamente e por decisão da equipa acima mencionada.

Mas não, o IASFA continua piorando, embora tal já parecesse impossível, face a tanta degradação efectuada na sua assistência!

Hoje tentei fazer análises de sangue e urina ao SAMED do CASOeiras do IASFA. Onde, alguns dias antes, mostrara as receitas para levar um copo para a colheita de urina.

Com os meus 92 anos, de bengala, em jejum, desloquei-me, hoje, a pé, penosamente, durante 45 minutos, de minha casa até lá, para a colheita das análises.

Tiro a senha e, quando chega a vez de ser atendido: as análises estão suspensas!

E lá vou eu, penosamente de novo, até clínica particular, fazer as análises que me foram receitadas por médico do HFAR!

Até quando esta degradação?

António José de Matos Nunes da Silva

C/Alm Ref

 


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