Albuquerque e as metas do défice, 30-12-2016

Albuquerque já não consegue contestar as metas do défice, mas alega agora que o seu cumprimento se deve a medidas extraordinárias, como um perdão fiscal, e que por isso o Governo executou planos B e C, que deveriam ter sido objecto de orçamentos rectificativos, sendo duvidoso que, sem medidas “estruturais”, consiga manter tais metas e, por maioria de razão, melhorá-las.

PS já contestou.

Mas claro que a deputada, ao alegar o uso de medidas dessa natureza, se esqueceu do efeito boomerang.

Porque, durante o seu governo, houve uma avalanche de privatizações.

Foram medidas extraordinárias de grande escala que este Governo até já conseguiu reverter parcialmente, na TAP e nos transportes urbanos.

Quem tem “telhados de vidro”…

António José de Matos Nunes da Silva

Oeiras


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