Comissão Europeia deliberou não haver sanções, 27-7-2016

Os Portugueses ficaram mais aliviados, deprimidos como estavam pela campanha catastrofística de alguns políticos e comentadores na comunicação social, que quase aparentava pugnar para que houvesse sanções e que elas deveriam ser acatadas (como o de dizerem que fora contraproducente o Governo ter declarado a intenção de recorrer a Tribunal!). Ignorando os graves efeitos psicológicos, nas pessoas e na economia.

Porque, se fossem aplicadas sansões financeiras, justas ou injustas, eles sabiam que não seriam apenas os governantes, do anterior e deste Governo, a sofrer, mas sobretudo todos os Portugueses. Este ano e no futuro.

É bom lembrar que, ao contrário do que alguns políticos agora tentaram passar, a Comissão mantém ter havido incumprimento do défice de 2015. Só que, tudo pesado, razões e efeitos, entendeu não ser de aplicar sanções. E aceita a intenção deste Governo em o reduzir.

Se as regras do Tratado Orçamental são irrealistas, por terem possibilitado haver sanções neste caso, isso só demonstra a incúria de quem as aceitou e subscreveu.

Apesar de permanecerem alguns mal-agradecidos, temos porém de congratular Governo, PR e AR pela firmeza e eficácia com que, neste importante assunto, souberam defender os Portugueses.

António José de Matos Nunes da Silva

 


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