O BREXIT venceu, 24-6-2016

A meu ver, excelente e realista o artigo de hoje de José Manuel Fernandes, no Observador online, sobre o BREXIT.

  Não considero “solidária” esta UE que, em vez de ajudar países em dificuldade e com economia frágil os afunda com multas e ditando-lhes leis a impor aos respectivos povos.
  Tenho pena da saída do Reino Unido, porque o considerava um travão à ditadura germânica (e não só).
  Mas tenho esperança que atenue as veleidades colonialistas, denominadas de “integração” ou “federação”, quanto mais não seja por receio de haver outros “exits”.
  Pretendo uma União, mas de nações iguais. Onde se procurem consensos mas, se não se conseguirem, não haja obrigação de uma nação ter de acatar decisões alheias.
  Não estou muito inquieto do ponto de vista económico, porque é do interesse comum haver transacções económicas e financeiras. Poderá haver alguma perturbação inicial, mas acalmará.
  Também não estou inquieto do ponto de vista de se voltar às guerras entre nações europeias, porque a NATO não foi posta em causa e é ela a melhor garante de defesa comum. Na NATO há mais liberdade, cada País decide que meios lhe aplica. Como exemplo, durante vários anos a França fez parte da NATO sem lhe atribuir quaisquer meios militares. E em tempos mais críticos. E foi respeitada essa sua decisão.
António José de Matos Nunes da Silva

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