As agências da CGD, 23-6-2016

Não sou banqueiro, sou apenas um cidadão intrigado que gostava de ser esclarecido.

O Ministro admite encerramento de agências da CGD na Europa e que a aposta deve ser nas relações comerciais com países de língua portuguesa.

Compreendo que se encerre ou reduza uma agência cujos lucros não cubram os encargos com o seu pessoal, impostos locais e custos de funcionamento, nem se preveja reversão para melhoria.

Duvido que seja mais produtivo emprestar escudos a África do que captar depósitos de euros dos emigrantes da diáspora europeia que têm cá dependentes e/ou planeiam acabar cá os seus dias.

E custa-me a compreender a troca de locais onde circula o euro, por outros com moedas de fraca cotação e grande depreciação por inflação.

Porque uma agência em África terá certamente de aceitar depósitos e efectuar transacções na moeda local. Será rentável a posterior conversão em euros de kwanzas, meticais ou francos CFA, por exemplo?

António José de Matos Nunes da Silva

 


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