A situação da Banca portuguesa, 17-5-2016

Grande reunião sobre o que fazer à banca portuguesa.

O Governador do BP propõe a criação de um banco mau onde fiquem imparidades como os imóveis que os bancos receberam por incumprimento de empréstimos que fizeram.

Banqueiros que fizeram tais empréstimos nem sempre cuidaram de se assegurar de capacidade de cumprimento, nem sempre foram capazes de fazer acordos para alterar regras e assim tornar possível o cumprimento.

Ajudaram o Governo anterior a retirar poder de compra a milhões de portugueses e assim fazer com que muitos se tornassem insolventes.

Mas receberam balúrdios por resultados fictícios antes dos imóveis serem considerados imparidades. E, se nada de ilegal fizeram, de nada são também responsáveis. Legal nem sempre significou bom negócio.

O problema da banca portuguesa está exactamente na anemia da economia, de muitas empresas e milhões de portugueses: Depósitos de quem? Vender prédios a quem? Empréstimos a quem?

É aqui que reside o problema, é isto que precisa ser remediado. Só “bancos maus” não resolve.

António José de Matos Nunes da Silva


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