A demissão do Chefe do Estado-Maior do Exército, 8-4-2016

Texto enviado também como mensagem a PR, 1ºMimistro, Ministro da Defesa e a todos os partidos com assento parlamentar:

 

Expresso online:

http://expresso.sapo.pt/politica/2016-04-07-Bloco-quer-ouvir-ex-chefe-do-Estado-Maior-do-Exercito-no-Parlamento

Bloco quer ouvir ex-chefe do Estado-Maior do Exército no Parlamento

Meu comentário:

Antonio J M Nunes da Silvahá 2 minutos

Quando um adulto assedia sexualmente um menor, é pedófilo e punido criminalmente.

Quando é um menor a assediar sexualmente outro menor está usando o seu direito constitucional à diferença?

A sugestão a um pai para tal evitar será motivo para se desautorizar publicamente o chefe militar de quem fez tal sugestão?

E é motivo para ser chamado ao Parlamento para explicações tal chefe militar que, muito dignamente, pede demissão por, sendo desautorizado, se sentir diminuído na sua responsabilidade de manter a disciplina no seu Ramo? E de ser aceite prontamente tal pedido, em vez de lhe se pedir desculpa pela contestável desautorização pública?

O poder político decerto não pretenderá um Exército indisciplinado.

Mas outra pergunta, indiscreta: Quando alguém com cargo político produz, ou propõe aprovação de uma lei considerada inconstitucional, é chamado ao Parlamento para explicações?

António José de Matos Nunes da Silva

Oeiras

 


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