Análise da campanha eleitoral

Tendo Costa afirmado que PS iria votar contra o programa de governo da coligação caso esta vença as eleições, Portas reagiu exaltado. Porque, apesar de a pedir, sabe que nunca terá maioria absoluta para poder fazer tudo o que quer.

Costa ser-lhe-á “ingrato” porque PSD deixou passar o programa de governo e vários PECs do governo minoritário Sócrates-T. Santos.

Só que isto de fazer favores não tem de ser lei, muito menos quando está em causa o Governo.

Nem admira que Passos tivesse deixado passar os PECs de T. Santos porque, tirando as obras faraónicas, iam no seu “bom sentido”: sacar aos pensionistas, congelamento de carreiras, aumento de impostos, bancos nas palminhas, redução de servidores do Estado. Quando chegou o PEC IV viu o furo para ganhar eleições prometendo acabar com as “maldades”.

Só que agora a situação é diferente, já se conhece o que valem promessas de Passos, o que é que ele fez e pretende fazer. E este PS não é igual ao outro.

Deixar Passos continuar a governar seria o suicídio político do PS e muito mau para o País.

Já quanto a governo minoritário do PS há sinais de viabilidade porque, tirando ataques de agora para cada um tentar obter o maior número de deputados, há sinais de poder haver cedências mútuas para o sustentar, sem recorrer a “bengala” de um dos partidos da coligação.

António José de Matos Nunes da Silva

Oeiras


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