3 thoughts on “Macau 1966-1968 Introdução

  1. A passagem por Macau marcou as nossas vidas.
    Com o ciclópico e brilhante trabalho do Sr Almirante, foi possível revivermos um passado, do qual sentimos saudades… Sentimos saudades de quem já partiu, sentimos saudades de quem felizmente ainda vive mas que só ao longe vislumbramos…
    Alçada Baptista, no livro ” O riso de Deus ” conta que o padre Anchieta tinha urgência em chegar a uma aldeia e pediu aos carregadores índios para andarem depressa. Ao 3º dia, os índios pararam e o padre perguntou-lhes por que é que não andavam, sabendo como ele precisava de chegar à aldeia. Eles responderam : ” É que nós temos andado depressa de mais e a nossa alma ficou para trás. Temos de ficar aqui à espera que ela chegue e entre outra vez no corpo para podermos continuar “.
    É assim a vida ! Em novos, corremos por obrigações….
    Não podemos recuperar o tempo, depois de passado, mas é muito importante recordar. Recordar o afecto que nos uniu e que nos une, como um valor inestimável.

    MUITO OBRIGADA, SR ALMIRANTE !

    Maria Virgínia Ranhada
    Maria Rosa Ranhada

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